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	<title>Chedid Grieco Medicina Reprodutiva</title>
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	<description>fertilização in vitro, gravidez, icsi, inseminação artificial humana</description>
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		<title>Casais com HIV podem ter filhos sem o vírus</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 00:23:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Infertilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um casal que convive com o vírus HIV pode ter filhos sem transmitir a doença para a criança. A oferta de técnicas seguras de gravidez está prevista no consenso terapêutico de aids de outubro e tem resultados positivos. Em São Paulo, por exemplo, 4 dos 150 casais atendidos no Centro de Referência e Treinamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal que convive com o vírus HIV pode ter filhos sem transmitir a doença  para a criança. A oferta de técnicas seguras de gravidez está prevista no  consenso terapêutico de aids de outubro e tem resultados positivos.</p>
<p>Em  São Paulo, por exemplo, 4 dos 150 casais atendidos no Centro de Referência e  Treinamento de Aids aguardam a chegada de seus filhos, com a segurança de que  eles não terão o HIV.</p>
<p>Isso foi possível porque esses casais foram  submetidos a uma técnica de reprodução assistida, precedida da lavagem do sêmen  do parceiro contaminado. Assim, apenas o espermatozoide livre do vírus é usado  na inseminação.</p>
<p>A inseminação artificial também é indicada quando os dois  parceiros estão contaminados. Para isso, eles precisam estar com o tratamento em  dia e com os exames de carga viral e de CD4 (que identifica a quantidade de  células de defesa) ideais.</p>
<p>Fonte: O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Gordura no ovário dificulta gravidez de mulheres acima do peso</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 00:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ovário]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição de ovários a níveis altos de ácidos gordurosos comumente encontrados em obesas e diabéticas pode prejudicar o desenvolvimento do embrião, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira (18) conduzido por cientistas da Bélgica, Reino Unido e Espanha. A descoberta dá maior sustentação a recomendação médica de emagrecer feita para mulheres que querem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição de ovários a níveis altos de ácidos gordurosos comumente encontrados  em obesas e diabéticas pode prejudicar o desenvolvimento do embrião, de acordo  com um estudo publicado nesta quinta-feira (18) conduzido por cientistas da  Bélgica, Reino Unido e Espanha.</p>
<p>A descoberta dá maior sustentação a  recomendação médica de emagrecer feita para mulheres que querem ter  bebês.</p>
<p>A pesquisa foi feita com ovários de vacas. Porém, o coordenador do  estudo, o belga Jo Leroy, da universidade de Antwerp, disse que as descobertas  podem explicar porque mulheres gordas e que sofrem de diabetes podem ter mais  dificuldade de conceber.</p>
<p>– Nas vacas nós podemos induzir problemas  metabólicos para induzir problemas de fertilidade e qualid ade de ovário. Por  essa razão, os ovários bovinos são um modelo interessantes para pesquisa de  reprodução humana.</p>
<p>Os pesquisadores concluíram que quando embriões de  gado eram expostos a altos níveis de ácidos gordurosos eles apresentavam menor  atividade metabólica, menor consumo de oxigênio, entre outras alterações que  podem comprometer a gestação.</p>
<p>Fonte: Portal R7</p>
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		<title>Descoberta traz nova esperança contra a infertilidade masculina</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 01:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infertilidade masculina]]></category>

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		<description><![CDATA[Para mais de 10% da população do planeta, ter um filho natural é um sonho impossível. Problemas como a baixa qualidade do óvulo ou do espermatozoide deixam mulheres e homens inférteis e, muitas vezes, nem mesmo as mais avançadas técnicas in vitro conseguem reverter o quadro. Embora a infertilidade masculina esteja relacionada a diversos fatores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para mais de 10% da população do planeta, ter um filho natural é um sonho  impossível. Problemas como a baixa qualidade do óvulo ou do espermatozoide  deixam mulheres e homens inférteis e, muitas vezes, nem mesmo as mais avançadas  técnicas in vitro conseguem reverter o quadro.</p>
<p>Embora a infertilidade  masculina esteja relacionada a diversos fatores, em 17% dos casos, os médicos  não fazem ideia sobre a origem da disfunção. Um novo estudo publicado em julho  na revista especializada Science Translational Medicine conseguiu resolver o  mistério, aumentando a esperança do desenvolvimento de novas terapias.</p>
<p>Em  uma coletiva de imprensa, os autores da pesquisa afirmaram que uma variante do  gene DEFB126, responsável por codificar uma proteína que ajuda o esperma a  entrar no muco cervical da mulher, está por trás de casos desconhecidos de  infertilidade masculina.</p>
<p>— Estávamos fazendo clones desse gene em estudos  de rotina para pesquisar vacinas anticoncepcionais quando detectamos uma mutação  que se mostrou notável por três fatores. Primeiro, a mutação impedia a produção  de qualquer tipo de proteína. Segundo, mutações como essas são raras porque  deveriam ter se perdido no processo de seleção natural. Em terceiro, já que  detectamos a mutação em uma amostra muito pequena, suspeitamos que sua  frequência genética em humanos deveria ser muito grande — explicou um dos  autores, Chuck Bevans, professor de imunologia da Faculdade de Medicina da  Universidade da Califórnia, em Davis.</p>
<p>Diagnóstico completo</p>
<p>Ter os  dois genes defeituosos, destacou Fraser, não necessariamente torna um homem  infértil, pois ele reconhece que há fatores ligados à fertilidade ainda  desconhecidos pela ciência:</p>
<p>— Se um homem tem essa mutação, mas, ao mesmo  tempo, sua contagem de espermatozoides for alta e se eles forem de excelente  qualidade, a deficiência da proteína pode não ser tão importante. Mas se sua  contagem não for tão boa, e ele também tiver a mutação, então isso pode ter um  impacto dramático.</p>
<p>Boas perspectivas</p>
<p>Em um artigo sobre o estudo  publicado também na Science Translational Medicine, Steve Rozen, pesquisador da  Faculdade de Medicina da Universidade de Cingapura, afirma que o trabalho traz  boas perspectivas clínicas para casais que sofrem com o problema da  infertilidade. Mas também faz ressalvas:</p>
<p>— É cedo para dizer quando o  conhecimento sobre a mutação poderá afetar as tecnologias de reprodução  assistida. Mas está claro que essa informação ajudará a abrir novos métodos para  tratar o esperma.</p>
<p>Contagem baixa</p>
<p>De acordo com a Organização  Mundial de Saúde (OMS), homens inférteis são aqueles cuja concentração de  espermatozoides por ml de sêmen está abaixo de 15 milhões. Já a definição  organização para infertilidade em geral é a incapacidade de um casal engravidar  ao fim de 12 meses de atividade sexual regular, sem uso de métodos  anticoncepcionais.</p>
<p>Alguns estudos mostram que cerca de 15% dos casais são  inférteis e que o fator masculino contribui com cerca de 30% dos casos.</p>
<p>Fonte:  RBS &#8211; RS</p>
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		<title>Estudo em ratos pode ajudar na infertilidade humana</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 00:59:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infertilidade humana]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores no Japão usaram células-tronco embrionárias de ratos para produzir espermas saudáveis desse animais em recipientes de laboratório, uma iniciativa que poderia ajudar no tratamento da infertilidade humana. A descoberta, divulgada na publicação científica Cell, marca um novo passo no uso de células-tronco na medicina regenerativa. As células-tronco são as células-mãe do corpo e fonte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores no Japão usaram células-tronco embrionárias de ratos para produzir  espermas saudáveis desse animais em recipientes de laboratório, uma iniciativa  que poderia ajudar no tratamento da infertilidade humana.</p>
<p>A descoberta,  divulgada na publicação científica Cell, marca um novo passo no uso de  células-tronco na medicina regenerativa.</p>
<p>As células-tronco são as  células-mãe do corpo e fonte de todas as células e tecidos. Como podem se  transformar em diferentes tipos de células, e se multiplicar, os especialistas  esperam poder aproveitá-las para tratar doenças e disfunções, incluindo câncer e  diabetes.</p>
<p>Cientistas da Universidade de Kyoto removeram células-tronco de  embriões de ratos e conseguiram conduzi-las para um tipo de célula precursora  conhecida por crescer tanto em óvulos como esper ma de ratos.</p>
<p>Então, eles  transplantaram essas células para testes de camundongos machos inférteis &#8211; que  aparentemente foram levados a produzir esperma saudável. Os espermas foram  removidos diretamente dos testes e fertilizados com óvulos (nos recipientes de  laboratório), disse o líder do estudo, Mitinori Saitou, professor da  Universidade de Kyoto.</p>
<p>&#8220;Depois da inseminação, fizemos dois conjuntos de  embriões que foram transferidos para os úteros de fêmeas adotivas e, então,  resultaram em camundongos saudáveis (que depois reproduziram  normalmente).&#8221;</p>
<p>CRIAÇÃO DE ESPERMA HUMANO</p>
<p>O experimento mostrou aos  cientistas como podem preparar células precursoras para eventualmente se  transformarem em esperma ou óvulo.</p>
<p>&#8220;Temos um material enorme para  trabalhar agora e&#8230; nós podemos acelerar nosso estudo na direção da causa da  infertilidade humana,&#8221; afirmou Saitou à Reuters por telefone.</p>
<p>A equipe de  Saitou acredita que possa ser viável usar células-tronco de humanos adultos para  produzir esperma humano.</p>
<p>&#8220;Nós possivelmente poderemos usar este  conhecimento para induzir células germinativas primordiais de humanos (células  que se transformam em óvulos ou esperma)&#8221;, disse ele.</p>
<p>Segundo Saitou,  será necessário realizar mais estudos por causa do abismo entre pesquisas com  animais e humanos.</p>
<p>No momento, a equipe está tentando repetir sua proeza  produzindo óvulos de ratos usando células-tronco, disse ele.</p>
<p>Fonte: Reuters/Brasil Online</p>
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		<title>Anvisa aumenta controle sobre bancos de embriões</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 00:31:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[embriões]]></category>

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		<description><![CDATA[Clínicas de reprodução assistida devem informar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o número de óvulos captados e de embriões transferidos para as pacientes. Atualmente, o estabelecimentos só têm que indicar quantos embriões estão guardados. A medida está prevista em atualização de uma resolução de 2006 da agência sobre o funcionamento dessas clínicas. Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clínicas de reprodução assistida devem informar à Anvisa (Agência Nacional de  Vigilância Sanitária) o número de óvulos captados e de embriões transferidos  para as pacientes. Atualmente, o estabelecimentos só têm que indicar quantos  embriões estão guardados.</p>
<p>A medida está prevista em atualização de uma  resolução de 2006 da agência sobre o funcionamento dessas clínicas. Desde então,  a resolução deve ser revista a cada dois anos.</p>
<p>A Anvisa também determinou  que o termo de consentimento da paciente que receberá óvulos doados contenha  mais um item, sobre o risco de contrair doenças infecciosas durante o  procedimento.</p>
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		<title>Norma da Anvisa dará mais segurança a pacientes</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 00:33:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reprodução Humana]]></category>

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		<description><![CDATA[As mudanças envolvem a exigência de informações mais detalhadas nos relatórios que os bancos de células e tecidos germinativos O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que atualizou norma anunciada semana passada para os bancos de células e de tecidos germinativos. O objetivo é dar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças envolvem a exigência de informações mais  detalhadas nos relatórios que os bancos de células e tecidos  germinativos</p>
<p>O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira uma  resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que atualizou  norma anunciada semana passada para os bancos de células e de tecidos  germinativos. O objetivo é dar mais segurança aos pacientes que passam por  procedimentos como a reprodução assistida e as pesquisas com  células-tronco.</p>
<p>As mudanças envolvem a exigência de informações mais  detalhadas nos relatórios que os bancos de células e tecidos germinativos,  conhecidos pela sigla BCTG, enviam para o sistema SisEmbrio, desenvolvido e  gerenciado pela Anvisa. O BCTG armazena óvulos e espermatozóides, que são as  células, e os tecidos germinativos ovarianos e testiculares, além dos  embriões.</p>
<p>A proposta para reformular alguns pontos da Resolução da  Diretoria Colegiada 33 (RDC 33) &#8211; que já previa essa regulamentação e deveria  ser atualizada a cada dois anos — entrou em consulta pública em novembro de 2010  (CP88/2010).</p>
<p>O texto apresentado para votação à Diretoria Colegiada da  Anvisa foi o resultado da compilação das sugestões recebidas pela agência  durante os 30 dias em que a consulta esteve aberta a contribuições.</p>
<p>Fonte: AGÊNCIA BRASIL</p>
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		<title>Banho de sol pode melhorar fertilidade masculina</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 00:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Homens que estão pensando em ter filhos podem correr para a praia ou para a piscina. Isto porque um estudo realizado com 340 homens constatou que a vitamina D, produzida pelo corpo quando exposto ao sol, ajuda a melhorar consideravelmente a qualidade dos espermatozoides, segundo divulgou o jornal britânico Daily Mail. Segundo cientistas da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Homens que estão pensando em ter filhos podem correr para a praia ou para a  piscina. Isto porque um estudo realizado com 340 homens constatou que a vitamina  D, produzida pelo corpo quando exposto ao sol, ajuda a melhorar  consideravelmente a qualidade dos espermatozoides, segundo divulgou o jornal  britânico Daily Mail.</p>
<p>Segundo cientistas da Universidade de Copenhagen, a  vitamina D melhora a mobilidade e velocidade das células reprodutoras  masculinas, colaborando para que cheguem mais fortalecidas ao óvulo, conseguindo  penetrá-lo mais facilmente. Apenas metade dos participantes da pesquisa possuíam  quantidades insuficientes de vitamina D, segundo os pesquisadores, que disseram  que a exposição ao sol poderia explicar porque muitos casais conseguem  engravidar durante férias e feriados prolongados.</p>
<p>O sol é a principal  fonte de vitamina D, que ajuda a regular os níveis de fósforo e cál cio no  organismo, além da manutenção da saúde óssea.</p>
<p>Fonte: DOURADOS NEWS</p>
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		<title>Gene multiplica gêmeos gaúchos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 00:38:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul conseguiram explicar um mistério: por que nascem tantos gêmeos na cidade de Cândido Godói? São 140 pares desde 1927, até sete vezes mais do que em outras partes do mundo. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul coletou materiais para exame de DNA e analisou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul conseguiram explicar um  mistério: por que nascem tantos gêmeos na cidade de Cândido Godói? São 140 pares  desde 1927, até sete vezes mais do que em outras partes do mundo.</p>
<p>A  Universidade Federal do Rio Grande do Sul coletou materiais para exame de DNA e  analisou histórias familiares de quase 150 mulheres. Durante os três anos da  pesquisa foi realizada, os resultados que iam surgindo foram mantidos em  sigilo.</p>
<p>Agora, foi revelado que os moradores apresentam uma variação do  gene P53, relacionado à fertilidade. Este gene aumenta a chance de sobrevivência  de embriões de gêmeos no útero. Tudo começou com a chegada dos primeiros  imigrantes alemães, há mais de um século. Como a comunidade era pequena e  afastada, e os casamentos ocorriam lá mesmo, a característica se tornou mais  frequente na reg ião. Os cientistas acreditam que a descoberta poderá ajudar a  tratar a infertilidade.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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		<title>Câncer cervical x maternidade</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 16:03:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[maternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas mulheres adiam a maternidade até atingir estabilidade no relacionamento ou na carreira.Deixam para pensar em ter filhos depois dos 35 anos.Mas é a partir dessa fase que se tornam mais vulneráveis a algumas doenças, como o câncer cervical que costuma atingir a população feminina entre 35 e 55 anos e que pode ser detectado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mulheres adiam a maternidade até atingir estabilidade no relacionamento ou na carreira.Deixam para pensar em ter filhos depois dos 35 anos.Mas é a partir dessa fase que se tornam mais vulneráveis a algumas doenças, como o câncer cervical que costuma atingir a população feminina entre 35 e 55 anos e que pode ser detectado no estágio inicial através do exame Papanicolau em 90% dos casos.</p>
<p>De acordo com a médica ginecologista <strong>Silvana Chedid</strong>, diretora da <strong>clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva</strong>, a principal causa do câncer cervical é o HPV (papiloma vírus humano), doença sexualmente transmissível que atinge cerca de 30% das mulheres, embora muitas sejam portadoras do vírus e desconheçam o fato.</p>
<p>&#8220;Há mais de 80 tipos do vírus.Hoje já se pode contar com uma vacina, mas a indicação vai depender, entre outros fatores, de uma avaliação da saúde da paciente.Além disso, mesmo representando um grande avanço, 30% dos tumores estão descobertos pela vacina, que tem no custo outro fator limitante&#8221;, diz a especialista.</p>
<p>Câncer cervical x maternidade</p>
<p>De acordo com <strong>Silvana Chedid</strong>, a menos que o câncer cervical seja diagnosticado num estágio bastante inicial, a maioria das pacientes não terá mais filhos.&#8221;Mesmo para quem nunca desejou ser mãe, esse tipo de constatação costuma ser um choque.A maternidade está muito associada a uma fase da mulher.A retirada do útero pode ser algo muito difícil de se lidar.Mesmo quando a histerectomia não é necessária, a radioterapia quase sempre interrompe o funcionamento dos ovários&#8221;.</p>
<p>Fonte: Eagora &#8211; SP</p>
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		<title>Já não é preciso usar vários embriões</title>
		<link>http://www.chedidgrieco.com.br/embrioe/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 14:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[embriões]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da revolução provocada pela inglesa Louise Brown, o primeiro bebê de proveta do mundo, nascida em 1978, os principais avanços médicos da fertilização in vitro ocorreram na última década. O investimento em pesquisa é alto já que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infertilidade é um problema que afeta de 8% a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da revolução provocada pela inglesa Louise Brown, o primeiro bebê de proveta do mundo, nascida em 1978, os principais avanços médicos da fertilização in vitro ocorreram na última década. O investimento em pesquisa é alto já que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infertilidade é um problema que afeta de 8% a 15% dos casais do mundo. No Brasil, estima-se que mais de 278 mil casais tenham dificuldade para gerar um filho em algum momento de sua idade fértil.</p>
<p>As chances de gravidez aumentaram muito com a utilização de embriões mais evoluídos. Normalmente, os médicos implantavam o organismo com três dias de desenvolvimento, com oito células. A partir de novos estudos, os pesquisadores conseguiram levar os embriões até o estágio posterior, chamado de blastocisto, considerado um elemento bem mais complexo, com até 120 células, e mais capaz de se manter e fertilizar.</p>
<p>Um estudo publicado pelo New Englande Journal of Medicine, dos Estados Unidos, demonstrou essa evolução. O cientista Evangelos Papanikolaou, da Universidade de Vrije, da Bélgica, analisou 351 mulheres inférteis abaixo de 36 anos que foram fecundadas com embriões em estágio inicial de divisão (3º dia) ou estágio de blastocisto (5º dia). As taxas de gravidez foram significativamente maiores entre as mulheres que transferiram blastocisto, com 32% contra 21,6% do método conservador.</p>
<p>– Nas relações normais, o que chega no útero da mulher é o blastocisto, que é mais complexo. Só que nem sempre embrião vira blastocisto – sustenta João Sabino Cunha, pós-doutor em reprodução humana.</p>
<p>Outra vitória dos últimos anos é o avanço do tratamento da infertilidade masculina. A injeção intracitoplasmática de espermatozoides, que consegue capturar a célula sexual para ser fecundado ao óvulo, praticamente acabou com as dificuldades do homem de poder engravidar a parceira. Além disso, o desenvolvimento do congelamento de óvulos a través da vitrificação, uma pesquisa japonesa, reduziu a quase zero as perdas, oferecendo melhores perspectivas para que as mulheres consigam engravidar.</p>
<p>Na próxima década, os especialistas apontam que o número de embriões para se alcançar a gravidez deverá ser ainda mais reduzido, chegando a um por vez e com garantias altas de sucesso.</p>
<p>– Hoje, já trabalhamos com dois embriões até os 37 anos – adianta Mariangela Badalotti, coordenadora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da PUCRS.</p>
<p>Cunha ressalta que o tratamento também deverá ficar mais fácil.</p>
<p>– Os hormônios, por exemplo, ainda são injetáveis, precisam de tempo para reação. Dentro de 10 anos, o medicamento será oral e com efeitos mais rápidos – acredita.</p>
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